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Sesc AM promove 11ª edição do Amazônia das Artes em Manaus e Manacapuru

Assista de 1 a 16 de agosto, em Manaus e Manacapuru à 11ª edição do Sesc Amazônia das Artes.  Uma das mais importantes iniciativas de circulação de manifestações artísticas fora dos grandes centros urbanos. Assista de 1 a 15 de agosto, em Manaus e Manacapuru a 11ª edição do Sesc Amazônia das Artes.  Uma das mais importantes iniciativas de circulação de manifestações artísticas fora dos grandes centros urbanos. 

A entrada e participação nas atividades é GRATUITA.

Confira, abaixo, a programação completa do evento:

1/8 (quarta-feira) – Teatro da Instalação – (rua Frei José dos Inocentes, s/n, Centro)

O menino por detrás das nuvens (AM) – Circo
Horário: 19h
Classificação:  Livre

Sinopse: “O menino por detrás das nuvens”, da Companhia Arte & Fato, foi contemplado no Prêmio Funarte Caixa Carequinha de Estímulo ao Circo 2013. O espetáculo, de autoria de Carlos Augusto Nazareth, narra a eterna reconstrução do circo, tendo um menor aprendiz, como memória imortal, colocando os personagens circenses em ação de ensino-aprendizagem, de geração a geração, espírito valente da arte perseguida historicamente. A direção é de Douglas Rodrigues. A montagem conta a história de um menino que sonha conhecer “o mundo” por detrás das nuvens. Após um acidente em que perde um dos seus entes queridos e o deixa profunda solidão, inúmeras nuvens visitam-no, fazendo realizar seu sonho. Ao ser transportado, ele cai numa outra realidade: o circo. Ele desconhece a realidade por debaixo das lonas e, para sobreviver, precisa aprender a arte circense.

 

2/8 (quinta-feira) – Teatro da Instalação – (rua Frei José dos Inocentes, s/n, Centro)

Oração para um Pé de Chinelo (AC) – Teatro
Horário: 19h
Local: Teatro da Instalação – (rua Frei José dos Inocentes, s/n – Centro)
Classificação: 12 anos
Duração: 60min

Sinopse: Após um latrocínio, fugindo de um esquadrão da morte formado por policiais, o bandido Bereco procura abrigo no barraco do alcoólatra Rato, delator e tuberculoso, e o encontra acompanhado pela prostituta Dilma. Bereco aposta, como uma tábua da salvação, na possibilidade da uma rendição sem violência através dos vínculos de delação que os policiais supostamente teriam com Rato. O medo e a iminência da morte estabelecem um jogo desesperado pela sobrevivência destes personagens à margem da sociedade. Encurralados pelo desespero e desconfiança mútua, o espaço para a ação e os pactos tornam-se estreitos e movediços. Rato e Dilma só querem fugir da armadilha adotada como única condição de sobrevivência por Bereco. O espetáculo é da companhia acreana Tanto de Lá Quanto de Cá.

 

4/8 (sábado) – Teatro da Instalação   (rua Frei José dos Inocentes, s/n, Centro)

Alice (MT) – Teatro
Horário: 19h
Local: Teatro da Instalação
Classificação: 14 anos
Duração: 50min

Sinopse: O grupo Faces Jovem (MT) apresenta “Alice” espetáculo de teatro, no qual a personagem-título não se vê como Fernando e quando começa a ir com roupas com as quais se identifica para escola sofre violência de alguns alunos e descaso dos professores que não podem e não querem discutir gênero. Entre as descobertas da adolescência e das fronteiras de seu próprio corpo, Alice luta pelo direito de ser feliz.

 

6/8 (segunda-feira)

Ancestralidade de Planeta e Terra (AM) 
Horário: 16h
Local: a definir
Classificação: Livre
Duração: 3h

Sinopse: Performance da artista amazonense Keila Serruya, “Ancestralidade de Planeta e Terra” traz a proposta de instigar a percepção sobre aquilo que nasce da terra como remédio para o corpo, como cura para alma e como nutriente. O ato performático de enterrar-se como simbologia de conexão com a ancestralidade e seu conhecimento ainda não totalmente perdido.

 

7/8 (terça-feira) – Anfiteatro Ministro Bernardo Cabral  (av. Constantinopla,  288, Alvorada)

Olhai Por Nós (TO) – Dança
Dia: 07/08/2018 – (Terça-feira)
Horário: 20h
Classificação: 16 anos
Duração: 60min

Sinopse: O grupo de artes cênicas Lamira (TO) apresenta o espetáculo “Olhai por Nós” que traz os temas vontade e crença como elementos que transparecem no cotidiano e os percebemos. Uma força no “acreditar em algo”, na sutileza da esperança, nos caminhos que levam os seres humanos na busca por se tornarem pessoas melhores e isso motiva as personagens em cena. Instrumentos musicais diversos oferecem sonoridade específica, especial dentro da cena. Um enorme preenchimento de sentidos, presente nos objetos cênicos, cenário e figurinos. “Olhai por Nós” também vai à cena com a proposta de reflexão. As perguntas costumam nortear o “mover-se”. É assim que o espetáculo se torna um convite, para um olhar mais tolerante para com a grandeza de nossa diversidade.

 

9/8 (quinta-feira)

(In)Visibilidade (RO) – Performance
Horário: 17h
Local: Centro de Manaus/Porto/Mercado Municipal
Classificação: Livre
Duração: 60min

Sinopse: O artista Rafael Barros traz ao Amazonas a performance (In)Visibilidade com a proposta performativa que engendra reflexão sobre as transidentidades em vias públicas em uma combinação de vários elementos durante o seu ato. O espaço rege o trabalho. A intervenção urbana foi pensada para espaços alternativos para gerar o raciocínio, meditação e observação durante sua passagem e caminhada com as constantes intercalações entre os figurinos (ditos) masculinos e femininos e complementando a fotografia com as ocasiões e interrupções que o próprio palco urbano vai propor.

 

A Mulher do Fim do Mundo (AP) – Dança
Horário: 19h
Local: Teatro da Instalação – (rua Frei José dos Inocentes, s/n, Centro)
Classificação: 16 anos
Duração: 35min

Sinopse: O espetáculo de dança da Associação Artística Cultural Casa Circo é uma reflexão brutal sobre a mulher contemporânea e sua figura de resistência diária, diante de seus conflitos internos e de uma cultura machista, a qual tem que impor a todo momento uma política que valide seu corpo e o seu discurso enquanto ser significante na sociedade.

 

10/8 (sexta-feira) – Praça Riachuelo – Manacapuru

Taca-lhe a farinha! (AM) – Música
Horário: 19h
Classificação: Livre
Duração: 1h20min

Sinopse: O show “Taca-lhe a Farinha!” do músico amazonense Marcelo Nakamura é irreverente, trata o regional de forma despojada. Ritmos como Baião, Carimbó, Cumbia, Xote, Samba são encontrados em suas nuances. Além de fusões com ritmos que remetem ao ser ritualístico em suas essências. Taca-lhe a farinha é uma gíria muito usada na região, onde a farinha é muito consumida desde tempos ancestrais. No espetáculo, é designada como uma forma de assumir a identidade regional, diante de muitos preceitos negativos onde se encontra a imagem e a personificação do ser “caboco” em seu meio social, artístico e político.

 

11/8 (sábado) – Praça Riachuelo – Manacapuru

Visões de Lampião (MA) – Música
Horário: 19h
Classificação: Livre
Duração: 1h20min

Sinopse: Visões de Lampião, da banda maranhense de mesmo nome, é uma viagem pela musicalidade nordestina, em especial à diversidade cultural do Maranhão. Onde compositores Chico Nô e Zé Paulo mostram um repertório autoral que conta com a Quadrilha ao Xote, Xaxado e Baião, Tambor de Crioula e Bumba-boi nos sotaques da Ilha, baixada, Zabumba e Orquestra. Numa paisagem sonora das festas juninas da Ilha do Maranhão. A “festança” predomina, com ritmos quentes e empolgantes, onde ninguém consegue ficar parado. É o som das raízes nordestinas nas poesias desses dois compositores de peso no cenário atual de São Luís do Maranhão.

 

13/8 (segunda-feira) – Praça Riachuelo – Manacapuru

Origem (PA) – Música
Horário: 19h
Classificação: Livre
Duração: 1h20min

Sinopse: Este trabalho musical, do paraense Waldiney Machado, apresenta a composição de uma suíte percussiva que valoriza a utilização de instrumentos artesanais construídos pelo próprio artista e a experimentação de sonoridades orgânicas, através de uma dramaturgia sonora. A apresentação deste trabalho se caracteriza como um espetáculo, onde o artista atua de forma solo, executando vários instrumentos de percussão construindo ambientes sonoros onde a música retrata fenômenos naturais como, trovões, sons de chuva, rio, sons da floresta. Todos esses sons são extraídos dos instrumentos construídos na pesquisa sobre materiais reaproveitáveis da floresta onde são utilizados ouriços, favas, cabaças e outros materiais. Os instrumentos trazem uma beleza ao trabalho tanto pelas sonoridades, quanto pela sua estética, pois os próprios instrumentos compõem o cenário do espetáculo.

 

14/8 – (terça-feira) – Praça Riachuelo – Manacapuru

Manauara em Extinção (AM) – Música
Horário: 19h
Classificação: Livre
Duração: 1h20min

Sinopse: O show “Manauara em Extinção”, do amazonense Jander Manauara, é inspirado nas reflexões do rapper durante sua trajetória de mais de 15 anos de atuação e ativismo na cultura Hip Hop em Manaus, sobre a negação e a perda da identidade originária dos Manauaras e a crítica bem-humorada da ditadura do preconceito e de outras culturas globalizadas e o não reconhecimento da identidade cultural Amazônica e afirmação dela.

15/8 – quarta-feira – Teatro Chaminé (av. Lourenço da Silva Braga, Centro, Manaus)

Atenas: Mutucas, boi e body (MA) – Teatro
Horário: 19h
Classificação: 16 anos
Duração: 100 min

Sinopse: A Santa Ignorância Cia. de Artes apresenta o espetáculo teatral “ATENAS: mutucas, boi e body”. foi desenvolvido a partir de referências no estudo do trágico, dos tragediógrafos clássicos e dos elementos ritualísticos, físicos, sonoros e visuais do bumba meu boi do Maranhão. Trata-se de uma das ações da pesquisa O Tradicional na Cena Contemporânea/Trilogia do Boi/Dramaturgia do Anônimo, cuja finalidade é o desenvolvimento de dramaturgias e método de preparação física de atores a partir de personagens do folguedo popular maranhense.

16/8 – quinta-feira – Auditório Escola Sesc (av. Constantinopla, 288, Alvorada)

Literatura de Cordel
Horário: 16h
Classificação: 12 anos
Duração: 40 min

Sinopse: A “Literatura de Cordel” será apresentada no auditório da Escola Sesc a partir das 16h.  Esse segmento literário resume-se a uma poesia popular, com traços de oralidade, baseado na poesia falada e improvisada, geralmente acompanhada de instrumentos musicais.  

Projeto Amazônia das Artes

O Sesc é a única instituição presente em todos os estados da Amazônia Legal que possui estrutura e capacidade técnica para realizar um projeto como o Amazônia das Artes, que potencializa e colabora na projeção de produções artísticas que já foram indicadas ou passaram pelo projeto e que foram premiadas nacionalmente ou circulam em outras praças culturais. Diversos trabalhos que circularam pelo Amazônia das Artes ganharam amplitude nacional em projetos do Sesc e demais meios Culturais.

O Sesc Amazônia das Artes surgiu da preocupação dos diretores do Sesc da região Amazônica, identificados com as limitações econômicas, sociais e a escassez de investimentos culturais.

Como estratégia política, o projeto investe no estimulo e difusão artístico-cultural, destacando-se por ser inovador na região, viabilizando a circulação de um recorte da produção artística e entendendo-o como instrumento de transformação e desenvolvimento.

O projeto se inicia com as reuniões de curadoria nos departamentos regionais do Sesc participantes e tem como objetivo discutir estratégias e conceitos, realizando o processo de curadoria de seleção dos trabalhos artísticos e operacionalização logística do projeto.

Além de evidenciar novos entendimentos sobre o papel dos atores do setor cultural, o projeto se apresenta como uma nova referência de conteúdo para discussões, servindo como base de estudo e análise para produções culturais, artísticas, intelectuais e estudantis.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (92) 3649-3750.

Assessoria de Comunicação
Sistema Fecomércio, Sesc e Senac AM